Share/Save my site

Share/Bookmark

Friday, February 29, 2008

Selecções Reader’s Digest (Portugal, 2007)

Selecções Reader’s Digest (Portugal, Março 2007)


Como ela cresceu ...
A estrela pop filha de açorianos e querida do Mundo inteiro está adulta pessoal e profissionalmente.

Entrevistámo-la em 1998. Mas como ela amadureceu ...
«Que é feito da miúda de I'm Like a Bird?», perguntavam-se os fãs quando Nelly Furtado apresentou Loose, o álbum hip hop urbano, e bamboleou as ancas no videodisco Promiscuous. Uma rapariga franzina de 27 anos, de calças justas, saltos altos e cabelo apanhado, entra na sala e diz à Reader's Digest exactamente o que aconteceu. Nelly Furtado cresceu.
«Com o passar dos anos ganhamos confiança na nossa feminilidade», diz ela. «Como mãe sinto-me mais segura e com mais controle da minha vida. E a sensualidade é a forma como isso transparece.» O título da canção Promiscuous (promíscua) significa para ela que não é fiel a um estilo único de música. Quanto a Loose (Solta), é como se sente quando faz hip hop: «Muito descontraída. Tem tudo a ver com as vibrações.»
Nelly Furtado nasceu em Victoria, no Canadá, filha de pais portugueses que a mergulharam na sua cultura e música desde muito pequena. Quando não estava a tocar na banda portuguesa local, a dançar folclore ou a cantar em festivais, Nelly tocava trombone na banda da escola. «As actividades extra-curriculares mantiveram-na na linha», diz ela. Isso e o trabalho de limpezas. «Dos 12 aos 18 anos, levantava-me às 7 da manhã aos sábados todos os verões para limpar quartos de hotel com a minha mãe. Hoje em dia, quando faço a promoção dos meus álbuns, penso: “Isto não é nada comparado com aquilo”.»
A estrela sensação vendeu mais de 10 milhões de álbuns. O seu disco de há 6 anos, Whoa, Nelly!, foi múltiplo-platina e o single Like a Bird ganhou um Grammy. O terceiro disco, Loose, já é duas vezes disco de platina e vendeu mais de um milhão. Mas foi há 3 anos que Nelly Furtado deu à luz a sua melhor criação, a sua filha Nevis. Falámos com Nelly Furtado em Toronto:

Reader`s Digest - Então este seu ar mais sexy não é só uma fase rebelde?»
Nelly Furtado - Não. Quando comecei, não estava totalmente à vontade com o meu corpo. Nas sessões de fotografia evitava usar certas roupas. Mas desde que tive um bebé gosto do meu corpo, gosto das minhas curvas. Sinto-me bela e estou a expressar isso com menos complexos. Quando era mais nova, os meus grupos favoritos eram as TLC e as Salt-N-Pepa, que se sentiam confortáveis com o facto de serem raparigas, com todas as suas forças e fraquezas. Já me esforcei muito por ser uma miúda durona. Hoje em dia, admito que sou vulnerável.»
RD - Em Loose, as letras das canções Afraid e Showtime dizem: «Que medo tu tens do que as pessoas possam dizer.» Está a falar de si própria?
NF - Finalmente ultrapassei essa barreira. Acho que as pessoas têm medo da mudança por causa do que vão dizer os amigos, a família, ou os colegas. Mas mal passamos a acreditar nas descrições que os outros fazem de nós, deixamos de ser capazes de tomar decisões sem eles. Agora estou mais decidida e compreendi que temos que ser felizes por nós próprios – quanto mais luz temos dentro, mais iluminamos uma sala. Afraid lembra-me esta adolescente tímida, ingénua, que vive de fora para dentro, para quem a questão é sempre o que os outros pensam.»
RD - Sendo de ascendência portuguesa, sentiu-se diferente das outras crianças?»
NF - Foi bom ter os dois mundos. O meu avô e um tio meu escreveram música para bandas portuguesas. Conheci o meu avô em Portugal quando tinha 9 anos, cerca de duas semanas antes do seu falecimento. Por isso, cada vez que ia ensaiar para a igreja sentia que estava a prestar-lhe homenagem. Para mim, era muito romântico o facto de ele ter vivido a música tão por dentro. Lembro-me de segurar o seu velho clarinete e ficar a olhar para ele. Lembro-me de percorrer as suas partituras e ser demasiado nova para saber o que fazer com elas mas sentir vontade de, um dia, fazer arranjos delas.
RD - Portanto, ao escrever Afraid estava a recuar à sua juventude ...
NF - Sim, em grande parte deste álbum. Quando tinha 13 anos adorava hip hop. Ensaiava os movimentos, vestia-me como as pessoas dos vídeos, cantava as canções nas audições para os espectáculos da escola. Escapava-me à noite para ir encontrar-me com a malta do hip hop e ficava a vê-los tocar rap. O Kiley (Hendriks)e eu ficávamos de mãos dadas a fazer rap. Talvez tenhamos dado um beijinho uma vez (risos). Ele acabou comigo no dia do Canadá, numa paragem de autocarro. Foi o meu primeiro desgosto de amor. Por isso comecei a escrever canções sobre o tema. Este álbum lembra-me esses tempos.»
RD - Inclui, de facto, canções sobre desgostos de amor. Porquê?»
NF - Separei-me do meu companheiro de há quatro anos, mas vamos ficar nas vidas um do outro porque temos uma filha linda. Mas o conceito que temos do amor aos 20 anos é diferente do que temos aos 30. Sou como um pássaro. Voo para o meu próximo destino. Isso é o outro lado de ser artista. Ficamos intrigadas por muita gente, isso leva-nos a continuar à procura. In God's hands é sobre como o amor pode esfumar-se da nossa vida com a mesma velocidade com que entrou. Acredito que o amor vem do reino espiritual. Por vezes, Deus está apenas a ensinar-nos qualquer coisa – deixa-nos vivê-lo para depois desaparecer. A ideia de amor eterno pouco tem a ver com a realidade. Vimos a este mundo sozinhos e partimos sozinhos. Eu vejo beleza e maravilhas na vida, mas estão muito para além da fantasia do Príncipe Encantado.
RD - Todas as letras deste álbum parecem ser pessoais. Em Te Busque canta que quando doeu demasiado teve de agarrar-se a uma razão para viver ...
NF – Dei-me-me ao luxo da depressão durante os últimos dez anos. A primeira vez que me senti deprimida foi logo a seguir ao liceu. Era gulosa de drama e coisas negativas. Ficava a olhar para o tecto e a ouvir música melancólica – Radiohead, The Verve. Os portugueses adoram o fado tradicional, que é melancólico. Tinha um excesso de criatividade e não sabia que fazer com ele. Aos 17 anos, mudei-me para Toronto, porque queria dedicar-me à música. Foi uma solidão; vivi sem eira nem beira durante esse ano. Lembro-me de empurrar o carrinho das compras na neve e pensar se algum dia teria uma casa para viver. Então, com o Whoa, Nelly!, tornei-me famosa de um dia para o outro. É uma coisa estranha para uma jovem, porque ainda estamos em fase de formação. Por isso, às vezes era mais fácil ficar em casa e dormir. Saí dessa época dedicando mais tempo a mim própria – meditando, ouvindo música, lendo. O pior que pode fazer-se é não se gostar de si próprio. E agora, gosto – creio que isso acontece quando se tem um filho. O nosso mundo fica virado do avesso. É tudo a cores e dá-nos uma segunda oportunidade para apreciar a vida. Estou menos centrada em mim mesma - com a maternidade o nosso eu sai pela janela ... juntamente com as calças tamanho 4 (risos).
RD - A sua família aceitou bem quando teve a Nevis?
NF - A minha família é católica, portanto é um pouco estranho decidir ter um filho fora do casamento. Mas temos de viver a nossa própria vida. Quando queria seguir música, a minha mãe dizia: “Tens de ir para a universidade.” Quando quis ter um filho, ela disse: “Porque não esperas?” Um ano depois fiquei grávida. A Nevis é o primeiro neto dos dois lados, por isso estão todos encantados. Agora as pessoas perguntam: “Que raio de vida essa, mãe solteira e sempre em tournées ...” Mas o nosso lar é onde temos o coração. Sempre segui os meus instintos e agora estou à espera que um raio me fulmine por estar tão feliz.
RD - Se pudesse voltar atrás e mudar uma coisa...
NF - Aprenderia a descontrair. Quando Whoa, Nelly! saiu eu não tinha vida pessoal. Foi muito stress e não soube tirar partido. Agora sei que, se não gozamos o momento, ele desaparece.

Texto: Line Abrahamiam
Foto: Statia Photography: Click Here

Thursday, February 28, 2008

Revista 24Horas (Portugal, 2007)

Revista 24Horas 30 Dezembro 2007

Jornal Correio da Manhã (Portugal, 2007)

Jornal Correio da Manhã 1 Dezembro 2007

Jornal Correio da Manhã 8 Setembro 2007


Jornal Correio da Manhã 15 Setembro 2007

Nelly Furtado | Mais ouvida na Radio Portuguesa

Jornal Diário de Noticias Janeiro 2008

Cosmopolitan Junho 2008

Jornal Mundo Sexta (Portugal, 2007)

Jornal Record (Portugal, 2007)

Jornal Record 19 Junho 2007

Revista Sábado (Portugal, 2007)

Revista Sábado Junho 2007

Revista Tv Mais (Portugal, 2007)


Revista Tv Mais 16 Novembro 2007

Nelly Furtado and Demacio "Demo" Castellon (2007)









Nelly Furtado noiva

Nelly Furtado terá dito o “sim” à proposta de casamento de Demacio Castellón, técnico de som que trabalhou na produção de Loose , o mais recente álbum da cantora. Timbaland, produtor da artista luso-canadiada, confirmou à revista People o compromisso entre os dois. Segundo o Yahoo! Music, Nelly tinha referido, no ano passado, manter uma relação secreta, escusando-se a revelar a identidade do namorado. A cantora terá dito então: “não quero mesmo falar sobre isso. Não é ninguém famoso ou algo no género”.

Nelly Furtado | Concert for Princess Diana



Wednesday, February 27, 2008

Revista Bravo | Web Estrela (Portugal, 2007)

Site Oficial da Nelly Furtado: http://www.nellyfurtado.com/

Clube de Fãs Portugal: http://nellyfurtadoclubdefas.pt.vu/

Fórum Português da Nelly Furtado: http://nellyfurtado.forumup.org/

Nelly Furtado | On The Set Video "In God's Hands" 2007

Revista Tv Guia (Portugal, 21 Maio 2007)
Jornal 24Horas (Portugal, 14 Maio 2007)

Nelly Furtado filming music video

May 9, 2007 Los Angeles, CA. Just before sunrise at an LA area beach, A sexy Nelly Furtado frolics in the cold Pacific Ocean for the filming of her music video. Filming took place between 5 and 7 AM. It was windy and cold on the beach at the time. After 2 hours of filming Nelly was wrapped. I do not know for which song this video is for.
Exclusive Pics: Click Here

Nelly Furtado | 2007 JUNO Awards






JUNO night belongs to Nelly

Joanne Paulson , CanWest News ServicePublished: Sunday, April 01, 2007
It was Nelly's night at the 2007 JUNO Awards.
Not only was Nelly Furtado chosen to host the Canadian music extravaganza at Saskatoon's Credit Union Centre, she also won three JUNOs Sunday - fan choice, single of the year for "Promiscuous" and album of the year for Loose.
With the three wins, the internationally-famous Furtado swept the five categories for which she was nominated. On Saturday night, when the majority of the awards were presented, Furtado also won the artist and pop album of the year categories.
Rock group Billy Talent was the only other act to win multiple JUNOs. Tied with Furtado with five nominations, Billy Talent won group of the year and rock album of the year for its recording Billy Talent II.
The rock album win may represent a changing of the guard, as Billy Talent took the category over long-time Canadian favourites The Tragically Hip.
K-os, the hip-hop artist who also garnered five nominations, was shut out, as was Quebec sensation Gregory Charles, who hosted the Saturday night awards. Charles had three nominations, for fan choice, album and artist of the year.
Other also-rans included Nickelback, which lost the fan choice award to Furtado; and Three Days Grace, up for album and group of the year.
New artist of the year went to Tomi Swick, who released Stalled In the Doorway in 2006. Swick's star began to rise when he recorded an EP for Warner Music; it sold more than 100,000 copies in Canada, cultivating a fan base before he released his first album.
The R&B/soul recording of the year went to jacksoul, the stage name of Haydain Neale, who released the CD mySoul in 2006. Neale won the category over Keshia Chante, George, Deesha and Karl Wolf.
Furtado is no stranger to the winner's circle, having won four previous Junos. She may have been the hardest-working star on the Sunday night broadcast, serving as host, performer, and being called to accept awards three times.
It has been a huge year for Furtado. After almost a year on the U.S. sales charts, Furtado's third album, Loose, sits at No. 7, with worldwide sales past the two-million mark. The Timbaland-produced effort has earned platinum or gold sales certifications in more than 25 countries, including Canada, where it has sold more than 400,000 copies.
The Sunday awards show was also a busy one for Billy Talent, which also performed. The band recently returned from Germany, where their albums reached platinum status.
Their four-song EP, Try Honesty, provided their first taste of national success and led them to signing in 2002 with Atlantic Records and Warner Music Canada. In 2003, the band released their full-length self-titled album, Billy Talent, which featured three singles, including "Try Honesty," that went No. 1 on the Canadian charts.
The band found critical success as well, winning a 2004 JUNO award for best new group and 2005 JUNOs for group of the year and album of the year.
Only seven awards were presented on the live show Sunday evening. Thirty-two awards were presented Saturday night at a gala event.

Tuesday, February 26, 2008

Jornal Metro (Portugal, 2007)

Jornal Metro 15 Junho 2007

Blitz Magazine (Portugal, 2007)

Revista Blitz (Portugal, Junho 2007)

Nelly Furtado, who's that girl

Ela ouve Bloc Party e Death From Above 1979, já abriu para os U2 e gostava de cantar com Eminem. Domina os tops há quase um ano mas o riso espalhafatoso denuncia-a: ainda é a Nelly Furtado que se deu a conhecer com «I'm Like A Bird».

Como se sente nesta nova pele, visual e sonora, de "Loose"? Sinto-me uma pessoa diferente! Quase como se tivesse uma carreira diferente, sabes? Acho que aquilo que as pessoas vêem nos vídeos é confiança. Sinto-me muito mais segura, tenho muita confiança em mim e também muito orgulho, por já ter feito três álbuns e continuar sempre a tentar melhorar. Para este disco, passei quase um ano a trabalhar, com muitas pessoas e muitos produtores diferentes, sempre à procura de um novo ângulo. O facto de ter sido mãe também me tornou mais forte, e mais confiante – mais sexy, portanto (risos).
Muitas estrelas pop fazem coincidir a maternidade com uma fase mais espiritual. Mas a Nelly optou pela abordagem carnal... Penso que, como pessoa, estou mais espiritual. Quando tive a minha filha, quis ser uma pessoa mais calma, mas isso depois passou. Entendi que, para ser uma boa mãe, tinha de ser eu mesma. Só podemos ser bons pais honrando aquilo que somos e tendo confiança. [A minha carreira] não muda aquilo que sou, enquanto mãe: a minha filha foi ver um concerto meu no outro dia, ficou a assistir do balcão (risos). Adorou todas as danças... Vida de artista é mesmo assim, sabes? Irei sempre fazer coisas diferentes, experimentando vários estilos, projectos, sons e colaboradores. Acho que isto é só o começo. Será que esta nova fase lhe retirou alguma da sua típica espontaneidade? Sim – penso que isso se deve, em parte, à maturidade. Com a passagem do tempo fui aprendendo a conter a minha energia. Dantes, quando chegava ao palco queria salvar o mundo! (Risos) Agora já não acredito nisso – quer dizer, acredito que é possível salvar o mundo, mas o meu papel é entreter, ser uma performer. Quando andava sempre em viagem e chegava a uma entrevista na televisão... tinha muita energia guardada (risos). Tinha tanta energia que queria dá-la a toda a gente, a toda a hora. Entretanto aprendi a conter-me; permanecer graciosa, mas guardar para mim alguma dessa energia, continuando a ser eu própria. No fundo, acho que sou mais profissional. Muito mais. "Loose" pode ser visto como reacção a "Folklore", considerado um tiro ao lado. Concorda? Não, eu tenho muito orgulho no "Folklore". E muitas vezes, quando falo com os meus fãs, eles dizem que é esse o seu disco favorito, porque as canções os tocam de uma forma íntima, muito profunda. É o caso de «Try» ou outras baladas. "Folklore" é como uma página do meu diário, e sinto-me muito privilegiada por ter podido partilhar uma coisa tão pessoal com tantas pessoas. O disco vendeu dois milhões de cópias, não se pode dizer que não tenha vendido bem – especialmente na Europa, onde vendeu tanto como o primeiro, e em menos tempo. Acredito que "Folklore" é um marco artístico.

Filha de peixe
A filha de Nelly, Nevis, tem três anos «e já é artista», ri a mãe. «Adora desenhar, cantar e dançar. É como eu: quando era criança e ia à terra dos meus pais, em São Miguel, estava sempre a bailar e a cantar, sentia-me muito inspirada pela Natureza». Nevis tem tirado Nelly do centro das atenções: «agora que os meus pais têm uma neta, ela é que é a estrela!». Mas a família continua atenta à sua carreira: «A minha tia de São Miguel já me disse [que o vídeo de "Maneater"] é muito moderno!».
Por Lia Pereira
Fotos Meeno Peluce: Click Here
Fotos Michael Williams: Click Here



Revista Blitz (Portugal, Outubro 2007)


Nelly Furtado | Get Loose Tour 2007



Nelly Furtado | Wetten dass Germany 2007


Nelly Furtado | 49th Annual Grammy Awards 2007



Nelly Furtado | NRJ Cannes 2007

Jornal 24horas (Portugal Jan 2007)

Nelly Furtado | Brit Awards 2007

Jornal 24Horas (Portugal, Fev 2007)

Twitter Facebook Digg Favorites More